Campanha da Fraternidade


Hoje inicia-se mais uma quaresma e com ela chega mais uma campanha da fraternidade 2015 da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil e o tema deste ano é: "Eu vim para servir". Fica claro os novos rumos que a Igreja de Cristo está tomando, um caminho mais humano, solidário. A Igreja renova-se e curva-se aos principais fundamentos de nosso Senhor. Servir os pequenos e desvalidos, olhar para aqueles em que a sociedade vira o rosto.

P.S: O tema é: "Fraternidade: Igreja e Sociedade". 

P.S: "Eu vim para servir" é o lema.

Fonte: CNBB publica texto base da Campanha da Fraternidade 2015

ser crismado

O Santo Crisma (Mýron = perfume líquido) que, usado na unção, é sinal sacramental do selo do dom do Espírito Santo, é tradicionalmente conservado e venerado em um lugar seguro da igreja. Perto  dele pode-se colocar o óleo dos catecúmenos e o dos enfermos.

Crisma muito mais do que um sacramento, importante, da Igreja Católica signifca estar em contato direto com Cristo e a vivencia da comunidade significa esta disposto a atender, mesmo ao aparente menor dos chamados.

O sacramento não se encerra com o recebimento do Mýron durante a cerimonia sacramental e sim é um contínuo ato de entregar-se ao chamado mesmo sabedores de nossas limitações e falhas humanas.



Crisma em Angola

É com alegria que recebo noticias de que o Sacramento da Crisma rompe fronteiras isso nada mais é a prova cabal de que Cristo e seus Atos de Fé estão presente em todos os lugares para isso basta que se abra as portas de cada coração não importa onde.

Cunene: Jovens recebem sacramento do crisma em Ondjiva

Ondjiva - Trinta e dois jovens afectos a Igreja Católica, na Capela Sagrado Coração de Jesus, do bairro Caculuvale, província do Cunene, receberam, neste domingo, o Sacramento da Crisma, em cerimónia orientada pelo bispo da Diocese de Ondjiva, dom Pio Hipunyati.

O evento esteve enquadrado na visita pastoral à Capela, com objectivo de radiografar o crescimento espiritual daquela comunidade católica através do evangelho.
Na ocasião, dom Pio Hipunyati esclareceu que o Sacramento da Crisma representa o acto de confirmação da fé cristã, originaria do sacramento do baptismo, reforçando nele a sua condição de testemunha fiel e defensor de Jesus Cristo em palavras e actos.
Segundo disse, os mesmos estão agora aptos em Espírito Santo para prática dos bons costumes e firmes na decisão de se engajarem como verdadeiros filhos de Deus.

Círio de Nossa Senhora do Ó

Em Portugal, o culto à Expectação do Parto, ou a Nossa Senhora do Ó, teria se iniciado em Torres Novas (SANTA MARIA, Frei Agostinho de. Santuário Mariano), onde uma antiga imagem da Senhora era venerada na Capela-mor da Igreja Matriz de Santa Maria do Castelo. Esta imagem era conhecida à época de D. Afonso Henriques por Nossa Senhora de Almonda (devido ao rio Almonda, que banha aquela povoação), à época de D. Sancho I por Nossa Senhora da Alcáçova (c. 1187) ou, a partir de 1212, quando se lhe edificou (ou reedificou) a igreja, por Nossa Senhora do Ó. Esta imagem é descrita pelo mesmo autor como:

É esta santa imagem de pedra mas de singular perfeição. Tem de comprimento seis palmos. No avultado do ventre sagrado se reconhecem as esperanças do parto. Está com a mão esquerda sobre o peito e a direita tem-na estendida. Está cingida com uma correia preta lavrada na mesma pedra e na forma de que usam os filhos de meu padre Santo Agostinho.

No Brasil, o culto iniciou-se à época desde o início da colonização, com o Capitão donatário Duarte Coelho, na Capitania de Pernambuco. Tendo fundado a vila de Olinda, nessa povoação erigiu-se uma Igreja sob a invocação de São João Batista, administrada por militares, onde era venerada uma imagem de Nossa Senhora da Expectação ou do Ó. De acordo com Frei Vicente Mariano, também se tratava de uma imagem pequena com cerca de dois palmos de altura, entalhada em madeira estofada, de autoria e origem desconhecida. A tradição reputa esta imagem como milagrosa, tendo vertido lágrimas em 28 de Julho de 1719.
A partir dessa primitiva imagem em Olinda, a devoção se espalhou em terras brasileiras graças a cópias na Ilha de Itamaracá, em Goiana, em Ipojuca e em São Paulo, nesta última em casa da família de Amador Bueno e na do bandeirante Manuel Preto que fundou a igreja e o bairro bem conhecidos até hoje. Os bandeirantes , por sua vez levaram a devoção para Minas Gerais, onde, em Sabará, se erige a magnífica Capela de Nossa Senhora do Ó, em estilo indo-europeu, atualmente tombada pelo Iphan. É venerada também em Icó onde fazem uma grande festa anual e em Mosqueiro (ilha distrital de Belém-PA), onde ocorre um Círio em sua homenagem.




 
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